Falsos mais falsos mais falsos…

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O susto do coronavírus que emanou de Wuhan, China, em Dezembro de 2019, é uma epidemia de testes. Não há provas de que um vírus esteja a ser detectado pelo teste e não há absolutamente nenhuma preocupação sobre se existe um número significativo de falsos positivos no teste. O que está a ser publicado em revistas médicas não é ciência, todo artigo tem o objectivo de aumentar o pânico, interpretando apenas os dados de modo a beneficiar a teoria viral, mesmo quando a informação é confusa ou contraditória, em outras palavras, os documentos médicos são propaganda.

É também uma epidemia por definição, a definição, que assume perfeição de teste, não possui a válvula de segurança que a definição da SARS tinha, portanto pode continuar até que as autoridades de saúde pública alterem a definição ou percebam que o teste não é confiável.

O que aprendi ao estudar a SARS, o…

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