Três de Junho de Dois Mil e Vinte,

Lagos, Algarve, Portugal,

Chegámos até aqui. Chegámos!

Respeito pela nossa voz.

Chegámos Senhores.

Tem havido quem diga que não nos podemos queixar e que por aqui está tudo assim não muito mal. Tem havido quem diga que os políticos é que sabem sobre política e que as coisas são como são porque sim. Houve quem dissesse que aqueles que lutam por um mundo melhor são radicais, extremistas, são istas, covidiotas, conspiracionistas… Há quem confunda evolução e progresso com ordem e massificação. Há quem confunda liberdade com silêncio e segurança com sossego. Há quem diga tudo e quem escreva ainda mais. Há os (o)cultos e as suas maneiras. Há uns de nós que sabemos ler, escrever e pensar, que temos uma natural aversão à mentira e a injustiças, e por isso somos enxovalhados sem compaixão ou atenção que o valha por determinados doutores, eméritos e agraciados, com palavras e expressões que talvez julguem que aqui os estúpidos não conhecem…. Tudo por apenas um discordar sem berço, por um duvidar, por um questionar. Doutores da morte e da mentira. Todos os conhecemos. Não nos cabe julgar o que outros entendem ou acreditam.Tudo está perdoado. E a verdade libertará todos.

É pelo verbo. Pela clarificação gramatical e descrição compreensiva das ameaças e das soluções e teorias avançadas de cura e terapia. É o verbo no seu explendor que articula com magnificência os sons e palavras que clarificam na mente simples dos humildes as suspeitas que afinal sempre têm tido, de ataques e antigas e persistentes antes inenarráveis e incompreensíveis abusos e atrocidades forjados contra os Seres Humanos e contra a Humanidade ou Família Humana. É o poder radical do verbo, que esclarece a conclusão, que regista a evidência da necessidade de agir. É a magia das palavras que pode encantar um povo, que o pode elucidar e guiar, que o pode destruir. É o Verbo que na sua expressão aprimurada permite a compreensão da ideia pelo individuo ou colectivo, que seguidamente a poderão concretizar. O glossário e conhecimento gramatical e lexical de um homem são as barreiras invioláveis que contornam e bloqueiam o âmbito da sua história e vida. São o alcance da sua voz. Cada indivíduo escreve com as suas palavras, o seu próprio destino, numa espécie de livro que é a sua vida. Nunca o Verbo nos tinha surpreendido e entediado tanto. Aqui ao Sol ao Sul, os Algarvios cantarão como as gaivotas no céu poemas livres ao vento, declamarão como poetas líricos versos de tranquilidade à imensidão do mar… Faremos cornucópias de ideias no céu com pronúncia, com sabor a laranja, amêndoa, figo e mel . Moveremos as estrelas com estas ideias. As estrelas depois criarão o espaço suficiente e o tempo necessário para o desenvolvimento e a colheita da concretização.

Na perspectiva de um desassossegado (“remexido”), de um acordado para a vida, afinal de um de quase todos nós, testemunha silente, de mim, não há liberdade quando se corrompem as palavras e se subvertem as ideias e se ocultam significados que elas contêm. Não há liberdade nem livre arbítrio sequer na ausência de sentido. Não há liberdade na ausência. Não há liberdade quando não aprendemos as palavras que mais nos pertencem, que mais nos libertam… Não é liberdade a leveza da frugalidade, nem é livre o percurso leviano. Não há liberdade quando o tempo é gasto apenas com a logistica básica da sobrevivência. Não há liberdade quando não há comida na mesa nem cobertores no Inverno. Não há liberdade quando não são repetidas as verdades sagradas. Não há liberdade quando não há uma cama para regressar e descansar, dormir, sonhar. Não têm liberdade as crianças que são forçadas a paternidade prematura, nem as que não tiveram tempo para ser mesmo crianças. Um povo doente não é livre. Um homem livre é sempre saudável. Não há liberdade quando não se discutem nem conversam decisões, políticas nem tecnologias na comunidade, nem nas ruas e nos cafés, nem na internet e nos jornais. Não há liberdade quando o ensino público não é discutido nem com os pais, nem com os estudantes, nem com a sociedade. Não há liberdade nas soluções iguais para todos. Não há liberdade na escolha da maioria. Não há maior inimigo da liberdade que a escolha da multidão. Não há liberdade sem ponto de partida, sem percurso de vida, sem umas condições mínimas garantidas, uns mínimos aceitáveis, uns limites sensíveis, que acolham e recebam a nossa dignidade, a nossa superioridade amável, de Ser Humano, de Sociedade Humana e de Civilização Humana. Não há liberdade sem a Soberania e Supremacia do Índividuo e Pessoa Humana sobre a sua integridade física, emocional, psicológica, espiritual, etc, assim como por delegados poderes, sobre a Terra que habita.

Essa é a Terra onde nasceu, que lhe pertence e da qual faz parte indivisível, sendo seu direito natural nela viver segundo a sua vontade, sem Senhorio nem Guarda. Não há liberdade se as autoridades, o estado, a administração pública, outros agentes e instituições sociais, não se curvarem e obedecerem à presença consciente e definitiva da Pessoa Humana, se não reagirem ou não acomodarem a vontade claramente expressa do Índividuo Soberano, sobre assunto do seu interesse. Não há liberdade quando não há organização, governo e gestão locais e independentes, da economia, da educação, da saúde, da cultura, da defesa, da segurança, de outras dialécticas e doutros movimentos da expressão cultural. Não há liberdade nenhuma quando decidimos sobre quase nada daquilo que somos forçados a fazer. Não há liberdade nenhuma quando não vivemos como queremos, quando sofremos. Não há liberdade nos questionários de sim ou não sem espaço para recomendações pessoais. Não há liberdade nos likes e dislikes. Não há liberdade quando não há respeito pela objecção de consciência nem pelo direito à diferença. Não há liberdade sem o direito ao esquecimento. Não há liberdade sem a protecção incondicional da vida de meditação e isolamento ou de qualquer outro método ou experiência espiritual soberana que o indivíduo decida praticar. Não há liberdade sem o auto-governo voluntário e informado da vida privada pelo Soberano Índividuo Pessoa. Pessoa… de onde originalmente e exclusivamente derivam e estão ancorados todos os outros interesses, poderes subservientes e direitos delegados, que podem atuar na Terra, na nossa sociedade e no nosso mundo visível e imperceptível. Não há liberdade se não fôrem entregues o reino e governo da Terra ao Homem que nasceu nela. Tem que ser livre, liberta, libertada a sua manifestação clara e persistente, esse corpo consciente de enextrincável complexidade e sofisticação inigualável, assim como suas diversas partes, subpartes integrantes e ramificações, que são o Índivíduo e a Pessoa Humana, na sua forma actual de Homo Sapiens Sapiens. Não há liberdade no só obedecer. Não há liberdade no acreditar sem compreender. Não há liberdade se a força e arquitectura da inteligência humana não servirem, confirmando, estes sagrados conceitos e estas verdades conquistadas.

Todas as formas de sociedade e cultura humanas que não baseiem a sua estrutura e organização nestas conclusões do tempo, da sabedoria e da memória, estão condenadas ao fracasso e à falta de graciosidade e beleza. E os Povos que se unirem pelos seus Filhos e com Eles, acharão a vida fácil e suave pois a seu favor intercedem um infinito número de forças e poderes. A graçiosidade, transcendencia e poder que qualificam e definem a manifestação física de cada um dos Filhos da Terra, são as forças maiores, a alma, a razão e o destino fundamental deste planeta que segue o Sol e voa em espiral pelo Universo das coisas visíveis. Não há outro motivo nem outra razão que obtenha tanto consenso e sustento de todas as forças da vida e da existência, sublimes e dominadoras, visíveis e invisíveis, claras e subvertidas, negras e luminosas, neste planeta abençoado. Uma conspiração épica, inultrapassável, que tem como primordiais essa razão e esse objectivo, que é o Índividuo Humano (expressamente e voluntariamente consubstanciado na forma maravilhosa que é o seu Corpo Físico). O Todo e o Fim da sua História e da sua Memória são evidências da prevalência e da supremacia do espírito humano sobre a vida na Terra. Atestam os sábios e homens sensatos que prevalece e domina a Natureza, aliada e protectora da nossa espécie, sobre a oculta e incompreendida circunstancialidade desta família humana e suas expressões e realizações colectivas. É uma reciprocidade à qual não devemos tentar escapar utilizando ideias contrárias e argumentação desenraízada. É uma força que se assemelha ao poder do perdão, do Verbo ou do amor incondicional.

Tudo foi perdoado, não há culpa na escuridão. Perdão integral e Amor Incondicional são ensinamentos antigos. É como se todas as leis e regras se pudessem afinal sintetizar e concretizar neles. São como axiomas da História Humana. Conclusões da Filosofia Terrestre. É realmente uma benção poder escolher de entre milhões de regras e convenções, apenas duas e elas serem suficientes, eficazes e dispensarem o conhecimento e subordinação a todas as outras… Um tónico emocional. Uma simplificação necessária. Singularidades…

Portugal País Ancião, sujeito à erosão, pelos elementos onde prevalece, e à descoloração dos valores que uma vez desenhou, compreendeu e instituiu. Como tantos outros, vassalo de ondas e ventos amigos e inimigos visíveis e ocultos, mordido e ferido pelas forças contrárias, impregnado pelo sangue dos que lutaram contra si próprios em batalhas épicas da decadência, também grandioso, reina aqui conosco ainda e sempre. É o nosso nome, o nosso verbo, o nosso primeiro adjectivo, o campo onde queremos continuar as nossas batalhas e o irmão mais velho com o qual queremos partilhar as nossas vitórias.

Portugal é também esse Algarve que nos interessa unir. Esta é a voz dos nossos, estes são os nossos mandamentos e estas são as nossas condições. Os dois mais fortes juntos. Vamos despertar essa voz, selar esse compromisso antigo, cumprir essa promessa que fizemos tantas vezes às nossas crianças, e aos que tombaram aos nossos pés. Muitos encharcados de sangue ainda quente e frio, desvaneceram frente à enormidade que lhes parecia ser essa tarefa de unificar a nossa visão, de avançar juntos fortes, soberanos e independentes, felizes, livres… Cumprimos esse Abril do Sul. Abraçamos essa ideia a Oeste. Isso nunca será cuspir na mesa onde comemos juntos nem abdicar desse privilégio de pertencer e ser parte da História, Vida e Família de Portugal. Seremos sempre Portugueses, filhos, herdeiros e descendentes desse amado Portugal nosso, que perdoamos, e ao qual daremos a mão para com ele percorrermos os eternos e gloriosos caminhos do futuro.

Apesar de por entre todos esses séculos sombrios termos tantas vezes abdicado do nosso Santo Graal, (voluntariamente às vezes), aqui chegámos, aqui chegou a Gente, aqui estamos Senhores. E por sermos Senhores e Mestres das nossas prisões e liberdades, tomamos e seguramos o seu e nossos destinos, desenho e arquitectura, segundo as mais altas considerações e indiscutíveis conclusões relativas à Liberdade e à Soberania do Ser Humano, Índividuo e Pessoa, e sua Supremacia nas coisas da Terra, das Nossas Vidas, e dos assuntos que nos dizem respeito.

Deixo-vos com muito amor.

A Ocidente brilhamos.

Cordiais cumprimentos ao leitor.

Cláudio Tom Hughs Li

http://www.stankovuniversallaw.com/2020/08/why-we-had-to-eliminate-the-reptilians-draco-from-the-earth-on-june-10-2020/